sábado, julho 21, 2007

Wie ein Elefant im Porzellanladen



Wie ein Elefant im Porzellanladen. Como um elefante numa loja de porcelana. Pensou no estrago? Para onde você se vira, quebra uma xicrinha, um pirezinho, uma jarra, um prato de sobremesa. Cada dia mais eu me solidarizo com os elefantes. Tão grandes. Tão enrugados. Tão incompreendidos (isso porque cada dia mais eu me sinto incrivelmente semelhante a eles). Elefantes nunca fariam balé. Elefantes nunca fariam step. Elefantes não têm coordenação motora. Elefantes têm sobrepeso. Elefantes têm medo de ratos. Elefantes têm realmente cara de quem quer passar despercebido, mas... imagina só se um elefante passa despercebido. Mas a tromba eu não tenho, não.

"Elefante co-lo-ri-dô! Que cor?"