Somos todos atores no palco
da vida. Somos Espíritos encarnando personagens. Fulano ou Cicrano. João ou
Maria. Pobre ou Rico. Famoso ou Anônimo. Quando chegamos a este palco, a
encarnação terrena, vestimos as máscaras necessárias para nossa evolução. A sua
vida é uma comédia? Um romance? Um drama? Ou tudo isso ao mesmo tempo? Não
importa qual o script da vez! Os Espíritos por trás das máscaras são os mesmos.
Atores em busca do grande papel. Antes de entrarmos nos palcos planejamos como
será o espetáculo, mas às vezes os improvisos desvirtuam o final esperado. Mas
o Diretor maior, Deus, permite que estreemos espetáculos indefinidos até chegarmos
ao desfecho, o papel ideal que nos levará à evolução. A busca da plena
felicidade!
quarta-feira, agosto 29, 2012
quarta-feira, agosto 22, 2012
domingo, agosto 19, 2012
Volto já
"Coração fechado para balanço.
Inoperante.
Mesmo com saldo negativo,
ele amanhã abre de novo
e segue adiante."
(Quem falou por mim hoje foi Flora Figueiredo)
Inoperante.
Mesmo com saldo negativo,
ele amanhã abre de novo
e segue adiante."
(Quem falou por mim hoje foi Flora Figueiredo)
terça-feira, junho 19, 2012
E eu quero fazer a minha alma.
"Eu não entrei na trilha dos saltimbancos por acaso, nem para ser um reles fazedor de graça. Eu queria consagrar a minha vida através de um imperioso apelo vocacional. Mas as pessoas, com suas receitas de sucesso, sem nenhum escrúpulo, sem nenhuma sensibilidade, vieram me falar de mil e um palhaços geniais. Para (...) Bobo Plin se irmanar com os grandes palhaços que luziram nos palcos e picadeiros tem que se esquecer deles para sempre. Não pode recolher nenhuma indicação deixada no caminho. Tem que andar sem bússola, na mais tenebrosa escuridão. Qualquer brilho, qualquer estrela, qualquer sol, qualquer referencial vira um ponto hipnótico embrutecedor. E eu quero fazer a minha alma."
Esse é um trecho da peça de Plínio Marcos, Balada de um palhaço. E a imagem abaixo é do filme lindo e sensível, "O Palhaço", do Selton Melo. Embora não seja claramente uma adaptação do texto do Plínio Marcos, ambos tem mais ou menos a mesma trama, apesar de finais diferentes. Um palhaço que se questiona: quero mesmo ser palhaço? "Eu faço o povo rir. Mas aí quem é que vai me fazer rir?", diz Benjamim, personagem de Selton Melo.
Assinar:
Postagens (Atom)



